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Os diferenciais do microscópio eletrônico de transmissão (MET)

microscópio eletrônico de transmissão (MET)

A técnica de microscopia já é uma grande conhecida de ampla parte da população. Versões básicas de microscópios óticos são apresentadas a muitas crianças e adolescentes, popularizando os princípios básicos desta técnica analítica. De fato, a microscopia é um método muito eficiente para diversas aplicações, tanto em finalidades de pesquisa como para monitoramento e investigação de fatores conhecidos.

Muitos avanços tecnológicos foram conquistados e aplicados na microscopia, transformando essa técnica de observação relativamente simples em muitos outros métodos mais precisos, seguros, rápidos e assim em diante. Assim chegamos ao conceito de microscopia eletrônica, suas variáveis microscopia eletrônica de varredura (MEV) e microscopia eletrônica de transmissão (MET).

Preparamos este artigo para apresentar a técnica e os diferenciais de um microscópio eletrônico de transmissão. Acompanhe com os próximos tópicos!

Como funciona a Microscopia Eletrônica de Transmissão?

De forma resumida, a Microscopia Eletrônica de Transmissão é utilizada para gerar imagens de alta resolução que permitem observação da morfologia, de estruturas, micro texturas, partículas e mais características em diversos tipos de amostras, sejam elas de origem humana, animal, vegetal ou mineral, incluindo também os microrganismos como vírus, bactérias e afins.

Os microscópios eletrônicos de transmissão funcionam a partir da incidência de um feixe de elétrons na amostra para gerar uma imagem altamente ampliada. Este é o princípio comum a qualquer microscópio eletrônico.

O diferencial de um MET é sua operação utilizando um gerador de elétrons de alta tensão. Estes se deslocam no vácuo antes de serem convertidos por uma lente eletromagnética, assim focalizando um feixe muito fino dos elétrons. Este feixe penetra a amostra e atinge uma tela projetando a imagem.

A visualização através do microscópio de transmissão é bidimensional, com diferentes tons de acordo com densidade, espessura e difração encontradas na amostra.

Aplicações

A técnica MET tem aplicações tanto em meios acadêmicos como em diversas indústrias e em serviços de saúde. Um microscópio eletrônico de transmissão pode ser utilizado para:

  • Ciências biológicas;
  • Ciências forenses;
  • Análises químicas e físicas;
  • Mineralogia e metalurgia;
  • Polímeros;
  • Semicondutores;
  • Análises agropecuárias;
  • Caracterização de materiais.

Entre outras possibilidades variáveis entre mercado, área, tipo de amostra e assim em diante. A análise com um microscópio eletrônico exige uma preparação específica de amostras, que precisa ser desidratada e isolada sob vácuo.

Neste ponto, também é interessante notar como estes tipos de microscópios são operados e o que eles possibilitam. Pelo alto investimento nestes instrumentos, a correta calibração, manutenção e operação são fortes diferenciais para a qualidade de suas pesquisas.

Microscópios MET

Um grande ponto diferencial e de destaque para os microscópios eletrônicos de transmissão é que estes equipamentos são capazes de produzir as maiores ampliações entre todos os modelos de microscópios eletrônicos (centenas de milhares de vezes).

Podemos destacar como exemplo de microscópio eletrônico de transmissão o HT7800 RuliTEM da Hitachi High-Tech. Sua lente objetiva Dual-Mode oferece fácil observação sob baixa ampliação, amplo campo de alto contraste, alta resolução e muito mais, com funções automatizadas que permitem que operadores novatos e experientes usem o sistema de maneira eficaz.

Conheça o RuliTEM e descubra todos os benefícios de contar com um microscópio eletrônico de transmissão!